Em novos mares

Gisele Loeblein

Nas conversas que terá com a presidente da Coreia do Sul Park Geun-hye, que desembarca hoje no Brasil, a presidente Dilma Rousseff vai centrar esforços no tema das exportações. E tentará abrir caminho para que a carne suína produzida no Brasil possa entrar nesse cobiçado mercado

Nas conversas que terá com a presidente da Coreia do Sul Park Geun-hye, que desembarca hoje no Brasil, a presidente Dilma Rousseff vai centrar esforços no tema das exportações. E tentará abrir caminho para que a carne suína produzida no Brasil possa entrar nesse cobiçado mercado. 

Conforme a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que reúne os setores de suínos e aves, a conquista do novo mercado está bem encaminhada. Faltaria apenas determinar a vinda de uma missão sul-coreana ao Brasil. 

O país asiático é a principal aposta da entidade, pelo potencial que representa à carne suína - poderia chegar a 80 mil toneladas por ano - e pelo histórico positivo das aves, que já são embarcadas para lá. 

Uma das dificuldades dos sul-coreanos é entender o fato de o Brasil não ter um status sanitário único. Santa Catarina (acima, o porto de Itajaí) é hoje o único Estado livre de aftosa sem vacinação, o que lhe dá acesso exclusivo a determinados países. 

Com 50 milhões de habitantes, a Coreia do Sul é a 13ª economia mundial e sétimo maior parceiro comercial do Brasil. A pauta de exportações brasileira está concentrada - 70% - em produtos do setor primário, especialmente minério de ferro, milho, algodão e soja.
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